Cerca de 130 sudanesas cometem suicídio em um dia diante da ameaça de estupro.
"Nossos corpos estão sendo usados como ferramenta e arma de guerra", declarou a diretora regional da Iniciativa Estratégica para Mulheres no Chifre da África, Hala Al-Karib. Cerca de 130 mulheres no Sudão optaram pelo suicídio em vez de serem estupradas por grupos de militantes armados, enquanto o país enfrenta uma guerra civil marcada por uma onda de crimes sexuais. Relatos de casos como esses se multiplicaram desde a semana passada, após a divulgação de uma postagem no X informando que o episódio ocorreu no dia 25 de outubro. A diretora regional da Iniciativa Estratégica para Mulheres no Chifre da África, Hala Al-Karib, confirmou a veracidade. Em entrevista à News Central TV, divulgada na quarta-feira, Al-Karib afirmou que “desde o primeiro dia da guerra, as mulheres têm sido vítimas de estupro”. “A milícia [Forças de Apoio Rápido] tem invadido casas em Cartum, a capital, cometendo crimes de estupro e violência sexual de forma reiterada”, relatou. Hala destacou que esses...